sábado, 14 de janeiro de 2012

Mae ...

Eu não sou de ferro

Eu tenho muito medo

Sou humana e assustada

Tenho medo, não sou forte como um rochedo.

A vida é muito traiçoeira,

Tenho medo de cair em uma ratoeira

E será que nos deixaria chorar uma ultima lagrima?

Ou dizer uma última palavra?

Pois, só sabendo isso neste momento me anima.

Tenho medo de ir embora, ou a ti te ver partir

Não me conseguir dignamente despedir

Não aguentaria lutar essa dor infernal

Eu sou humana e gostaria de novamente te ver sorrir

Com esse teu ar angelical!

Será que a vida um dia me pode pregar essa partida?

Será que um dia a vida vai querer vingança?

Não quero ter palavras por te dizer minha mãe querida

Por isso quem morre por ultimo é a esperança!

Mãe, para ti, quero que saibas que sinceramente…

Independentemente de raramente demostrar

Eu amo-te minha querida, sou apenas uma adolestente,

Mas com coração grande, e com muito amor para te dar!

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